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Virginie Efira, Eva Longoria, Zoë Saldaña e Penélope Cruz no encerramento da 79ª edição do Festival de Cannes

Quatro mulheres elegantes com vestidos longos passeiam em tapete vermelho, seguidas por fotógrafos.

Entre reencontros, gestos de cumplicidade e aparições em família, a Croisette voltou a evidenciar o lado mais humano - e ao mesmo tempo mais glamouroso - do cinema, no encerramento da 79ª edição do Festival de Cannes.

Encerramento da 79ª edição do Festival de Cannes

Na noite final do evento, o tapete vermelho virou um autêntico desfile de estilos, e cada chegada reforçou a dimensão global que Cannes mantém ano após ano.

Looks em destaque no tapete vermelho

Integrante do júri, Demi Moore chamou atenção com uma silhueta dramática em verde-esmeralda: modelagem sereia e uma capa volumosa em tom mais claro, num visual de impacto que aproxima o cinema da alta-costura.

Eva Longoria escolheu um vestido nude totalmente bordado, com lantejoulas e uma fenda marcante, apostando numa sensualidade sofisticada. Já Penélope Cruz seguiu por um caminho mais clássico, com um vestido bustiê de princesa e aplicações de plumas brancas no corpete, construindo uma estética romântica e teatral.

Também Penélope Cruz voltou à Croisette em uma aparição muito aguardada. A atriz espanhola surgiu com um modelo de inspiração romântica, com detalhes em plumas brancas, reafirmando a elegância clássica que tantas vezes leva ao festival francês.

Palco de tendências

Tilda Swinton voltou a surpreender ao aparecer com um vestido vermelho carmim, estruturado e ajustado, da coleção outono-inverno 2026 da Chanel - uma escolha que contrasta com o seu estilo habitual, mais andrógino e minimalista.

Por sua vez, Zoë Saldaña optou por um vestido floral da coleção Cruise 2027 da mesma maison francesa, em uma leitura mais leve e contemporânea do glamour de tapete vermelho.

No time francês, Virginie Efira reforçou a tendência do smoking masculino, com um visual de linhas retas e corte preciso, numa interpretação moderna da elegância clássica.

Isabelle Huppert manteve sua assinatura de sempre: um vestido preto inteiramente coberto de lantejoulas, arrematado por gola e punhos brancos, equilibrando sobriedade e brilho.

Entre estilos contrastantes, materiais luminosos e cortes de apelo escultórico, Cannes encerra mais uma edição em que o tapete vermelho volta a se afirmar como palco global de moda, identidade e cinema.


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