Uma sobremesa que realmente agrada ao paladar e, ao mesmo tempo, pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, AVCs e inflamações - soa quase como fábula. Ainda assim, é isso que pesquisadores que estudam as chamadas Zonas Azuis - regiões com alta concentração de pessoas centenárias - apontam: uma receita específica, feita com cacau escuro, tofu e tâmaras, se encaixa de forma surpreendente em um plano alimentar voltado para uma vida longa e saudável.
Zonas Azuis e a sobremesa de cacau escuro com tofu e tâmaras
A lógica por trás dessa sugestão é simples: em vez de tratar o doce como “vilão”, a proposta é usar ingredientes que entreguem prazer, mas também tragam compostos associados a benefícios para o envelhecimento saudável.
Por que o cacau escuro vira estrela da saúde
Por muito tempo, chocolate amargo foi visto como uma pequena tentação. Hoje, muitas pesquisas avaliam a questão com mais nuances. O ponto central é a porcentagem de cacau - e também o que mais entra na composição da sobremesa. A partir de cerca de 70% de cacau, começam a aparecer efeitos ligados à saúde, principalmente por conta do alto teor de polifenóis, substâncias vegetais com ação antioxidante.
"O cacau escuro pode reduzir inflamações, baixar a pressão arterial e melhorar o fluxo de sangue para o cérebro - esses são fatores-chave para um envelhecimento saudável."
Quantidade diária analisada e efeitos observados
Em análises, já uma porção de aproximadamente 15 gramas de chocolate amargo por dia - o equivalente a um ou dois quadradinhos - é associada a diversos efeitos positivos:
- menor aglomeração das plaquetas.
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