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Estudo de Roterdã e da América do Norte liga alimentos ultraprocessados às chances de gravidez

Mulher sentada na cozinha com tigela de salada e pacote de cereal sobre mesa clara.

Um grande grupo de pesquisa de Roterdã e da América do Norte indica que as probabilidades de engravidar não dependem apenas de fatores como idade, stress ou tabagismo. O que vai diariamente ao prato também parece ter um impacto mensurável - em especial produtos prontos muito industrializados, snacks e refrigerantes.

O que os pesquisadores encontraram na prática

A nova análise foi baseada em dados de vários milhares de mulheres em idade reprodutiva, acompanhadas ao longo de anos. Nesse período, os cientistas avaliaram com detalhe a frequência e as quantidades com que as participantes consumiam alimentos altamente processados.

Classificação NOVA e alimentos ultraprocessados

Para interpretar os resultados, a equipa recorreu à chamada classificação NOVA, que organiza os alimentos em quatro grupos - desde os não processados (como frutas e legumes frescos) até os ultraprocessados. Nesta última categoria entram, entre outros:

  • Pizza congelada e outras refeições prontas
  • Snacks doces e salgados vendidos em pacotes

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