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Intolerância à lactose: método da neurologia funcional no cérebro chama atenção

Jovem bebendo leite na cozinha com ilustrações do cérebro e intestinos sobrepostas no corpo.

Por muito tempo, a intolerância à lactose foi encarada como algo inevitável: quem convive com o problema costuma tirar leite, iogurte e sorvete do cardápio - ou, em cada consumo, recorrer a comprimidos de enzima. Agora, um procedimento vindo da neurologia funcional tem chamado atenção. A proposta não foca o intestino, e sim o cérebro - e, para algumas pessoas, isso pode deixar a rotina bem menos desgastante.

O que realmente está por trás da intolerância à lactose

Falta de lactase: a origem do problema

A intolerância à lactose aparece quando o organismo produz pouca lactase. Essa enzima é a responsável por quebrar o açúcar do leite (lactose) no intestino delgado em partes menores, que o corpo consegue absorver. Quando a lactase está em falta, a lactose segue adiante sem ser digerida e chega ao intestino grosso.

O que ocorre no intestino grosso após consumir lactose

No intestino grosso, as bactérias passam a fermentar esse açúcar e, nesse processo, formam gases e outras substâncias. Em geral, os efeitos são percebidos pouco tempo depois de um café com leite ou de um cappuccino:

  • gases muito intensos

Um procedimento da neurologia funcional que atua no cérebro

O que torna esse método diferente é o ponto de partida: em vez de atuar no intestino, ele se baseia em abordagens da neurologia funcional com foco no cérebro. Por isso, há a possibilidade de que, para parte dos afetados, o dia a dia fique consideravelmente mais tranquilo.

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