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Plantio de tomate deitado: o truque que cria mais raízes e colheitas melhores

Mãos plantando muda de tomate em canteiro com pá de jardim e luvas ao lado sob luz natural.

Um vizinho experiente, mais um "primeiro golpe de pá" no canteiro e um truque que horticultores profissionais repetem há gerações: plantar tomate deitado parece errado à primeira vista, mas no canteiro costuma gerar plantas visivelmente mais vigorosas, com mais raízes e colheitas melhores. Quando você entende o que acontece debaixo da terra, é comum mudar esse hábito de vez.

Por que tomates plantados deitados formam muito mais raízes

Tomateiros estão entre as plantas que conseguem emitir raízes em praticamente qualquer ponto do caule assim que ele fica coberto por terra. É exatamente aí que essa forma de plantio se diferencia da colocação tradicional.

"Quem enterra um pouco do caule do tomate transforma todo o comprimento em uma rede ampla de raízes - em vez de um único "prego" no solo."

No plantio em pé, o potencial do caule quase não é usado

Na prática mais comum, o torrão vai para o fundo de um buraco e o restante da muda fica ereto. Assim, é sobretudo a região imediata do torrão que abastece o tomateiro com água e nutrientes. A capacidade especial de criar raízes extras ao longo do caule, por sua vez, acaba ficando em grande parte sem aproveitamento.

Ao deitar o caule na valeta, surgem raízes adventícias ao longo do trecho enterrado

Quando o caule é colocado na horizontal dentro de uma vala rasa, o cenário muda completamente: uma muda de 25 cm deixa cerca de 20 cm de caule exposto (sem folhas) acomodado na valeta e bem envolvido pela terra. Desse trecho, a planta emite as chamadas raízes adventícias - muitas raízes laterais pequenas, que se ramificam rapidamente.

Consequência no canteiro

A consequência:

  • volume de raízes consideravelmente maior

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